EFT — Técnica de Libertação Emocional
Uma prática que combina atenção às emoções, palavras e estimulação de pontos do corpo
A EFT (Emotional Freedom Techniques), também conhecida como Técnica de Libertação Emocional, é uma prática que combina a atenção a pensamentos, emoções e sensações com leves toques realizados com as pontas dos dedos em determinados pontos do corpo.
Esse processo é conhecido como tapping.
Durante a prática, a pessoa direciona a atenção para aquilo que está percebendo enquanto realiza a sequência de toques e utiliza frases relacionadas à experiência que está sendo explorada.
Em meu trabalho, a EFT pode ser utilizada como um recurso complementar dentro do acompanhamento terapêutico, sempre considerando a história, as necessidades e os limites de cada pessoa.
O que é a EFT?
A EFT foi desenvolvida a partir da combinação de elementos de diferentes práticas e utiliza a estimulação de determinados pontos do corpo por meio de leves batidas com os dedos.
Durante uma sessão, o terapeuta pode orientar a pessoa a observar uma emoção, pensamento, lembrança ou sensação corporal enquanto realiza a sequência de tapping.
Mais do que buscar eliminar uma emoção, a proposta é criar espaço para percebê-la, observar como ela se manifesta e explorar diferentes formas de se relacionar com essa experiência.
Não é necessário forçar lembranças ou falar sobre algo além do que a pessoa se sente confortável em abordar.
Como utilizo a EFT no meu trabalho
Em minha prática, a EFT não é utilizada como uma técnica isolada nem como uma fórmula pronta.
Ela pode ser integrada à Psicanálise, Experiência Somática e Hipnose, dependendo do que estiver sendo trabalhado e do que fizer sentido para cada pessoa.
Durante o processo, podemos utilizar a EFT para explorar questões como:
- emoções e sensações que surgem em determinadas situações;
- padrões emocionais e comportamentais que se repetem;
- medos e inseguranças;
- autoconfiança e percepção de si;
- situações que provocam tensão ou desconforto emocional;
- pensamentos recorrentes;
- percepção corporal e recursos de autorregulação.
A forma de utilização é individualizada e a experiência pode ser diferente para cada pessoa.
Como acontece uma sessão?
Antes de utilizar a EFT, conversamos sobre aquilo que você deseja trabalhar e observamos o que está presente naquele momento.
A partir daí, posso orientar uma sequência de tapping enquanto você direciona a atenção para determinadas emoções, pensamentos ou sensações.
Ao longo da prática, observamos juntos o que acontece e ajustamos o processo de acordo com suas percepções e seus limites.
Não existe uma resposta que todas as pessoas devam ter nem um número predeterminado de sessões.
Cada processo acontece no seu próprio ritmo.
Posso aprender a utilizar a EFT sozinha?
Uma característica interessante da EFT é que alguns de seus elementos podem ser aprendidos e utilizados como prática pessoal.
Quando apropriado, posso ensinar uma sequência simples para que a pessoa continue praticando fora das sessões como um recurso de atenção e percepção emocional.
Isso não significa que a prática individual substitua acompanhamento profissional quando ele for necessário.
EFT dentro de uma abordagem integrativa
Ao longo dos meus 18 anos de atuação como terapeuta, fui incorporando diferentes recursos ao meu trabalho para poder olhar para cada história a partir de diferentes perspectivas.
A EFT é uma dessas ferramentas.
Em vez de escolher uma técnica previamente, procuro compreender a pessoa, o momento que está vivendo e aquilo que deseja explorar.
A partir disso, recursos da EFT, Psicanálise, Experiência Somática e Hipnose podem ser integrados ao processo de maneira individualizada.
Mais importante do que a técnica utilizada é que o acompanhamento respeite a história, os limites e a singularidade de cada pessoa.
Quer conhecer melhor essa abordagem?
Se você deseja saber mais sobre meu trabalho ou conversar sobre a possibilidade de um atendimento, entre em contato comigo pelo WhatsApp.
Botão: Conversar comigo pelo WhatsApp
Informação importante: A EFT é utilizada como recurso complementar dentro do acompanhamento terapêutico. A experiência e os resultados podem variar de pessoa para pessoa e sua utilização não substitui avaliação ou tratamento médico ou psiquiátrico quando necessários.